quinta-feira, 31 de março de 2011

Caso Casey Heynes: o bullying e a omissão da escola



Uma cena de bullying gravada em vídeo se espalhou rapidamente pela internet nos últimos dias e ganhou destaque na imprensa mundial. As imagens, registradas em uma escola australiana, mostram o momento em que Casey Heynes - aluno de 15 anos constantemente agredido pelos colegas - se rebela e parte para cima de um de seus agressores. Com o sucesso na rede, Heynes passou de vítima a herói. Alguns dias depois, os dois garotos eram entrevistados em programas de televisão, apresentando sua versão dos fatos (assista aos vídeos ao lado).

No calor da repercussão e na maneira superficial como o tema foi tratado pelas emissoras, perguntas fundamentais ficaram sem resposta. Qual o papel da escola na história? O que levou o garoto à reação extrema? Há, de fato, algum herói? Para responder a essas e outras dúvidas, NOVA ESCOLA ouviu as pesquisadoras Adriana Ramos e Luciene Tognetta, do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral (GEPEM) da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). As considerações das especialistas têm como objetivo mostrar a professores, gestores e pais quais ensinamentos podem ser tirados do fato e como usá-lo no combate - constante - ao bullying.

O papel da escola

Pelos comentários publicados na internet sobre o vídeo e pela própria maneira como as reportagens foram editadas, percebe-se que quase ninguém questionou o papel de professores e gestores da escola australiana. As especialistas da Unicamp explicam que, por ser um problema que ocorre entre os alunos, o bullying pode mesmo demorar para ser detectado. "Em muitos casos, quando pais e professores ficam sabendo, a criança já sofre há pelo menos dois anos", comenta Adriana Ramos.

Essa dificuldade, no entanto, não deve ser usada como desculpa para a escola se eximir de responsabilidade. No caso australiano, há fortes indícios de que professores e gestores foram omissos. "Não é possível que ninguém viu o menino passar por tanta humilhação", comenta Luciene Tognetta. Tudo leva a crer que a escola não tomou as atitudes necessárias nem antes nem depois de o problema aparecer.

domingo, 27 de março de 2011

Preconceito: risque essa palavra do seu dicionário

Não seja vítima nem vilã em uma história que quase nunca tem final feliz
Eduardo Knapp/Folha Imagem

Giovanna e Andressa se abraçam


PATRICIA TRUDES DA VEIGA
EDITORA DA FOLHINHA



Sabe quando uma história é sussurrada no seu ouvido? Foi assim, meio em segredo, que crianças negras contaram para a Folhinha histórias de preconceito racial que viveram.
Elas só toparam falar sobre o assunto porque o combinado era não revelar a sua identidade. Assim, alguns nomes são de mentirinha, mas as histórias -infelizmente- são bem reais.
Mas você já deve estar perguntando: o que é preconceito racial? O menino Anderson, 9, descobriu o que significa essa palavra de uma maneira bem triste.
"A primeira vez que ouvi essa palavra, preconceito, foi quando minha mãe ficou indignada porque contei que só usava o elevador de serviço." Por quê? "As pessoas diziam que negro não podia usar o elevador social", conta. "Aí ela me ensinou a dizer que eu tenho os mesmos direitos."
Ana, 13, vive faltando na escola. Sempre dá uma desculpa para não freqüentar as aulas, pois está chateada com as piadinhas de alguns meninos. "Ficam falando que sou uma bruxa por causa do meu cabelo", diz.
Às vezes, o preconceito começa no caminho da escola. Marco Aurélio, 11, conta que alguns colegas faziam piadas preconceituosas com o seu nome. "Diziam que meu nome era "Macaco Aurélio'", afirma.
Já Jéssica, 7, era beliscada e cuspida por um colega da perua. O menino dizia que ela não podia sentar ao seu lado porque iria "tingir seu corpo", por ser negra.
Samuel, 10, também sofre com o preconceito racial de outras crianças. "Uma vez, na escola, um menino branco mandou eu sair da brincadeira porque eu sou negro. E falou: "Aqui só tem branco, você não pode brincar aqui'." Samuel não disse nada. "Só saí de perto."
Silêncio
O silêncio não é a melhor solução, ensina Eliane Cavalleiro, professora da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília.
"Geralmente, a criança negra vive essa dor sozinha, porém deve pedir ajuda aos professores e aos pais. Ela também pode alertar o colega de que ele está sendo racista ou preconceituoso. E que racismo é um crime."
ORAÇÃO DE UMA CRIANÇA DEFICIENTE

Bem aventurados os que compreendem o meu estranho passo a caminhar e minhas mãos atrofiadas.

Bem aventurado os que sabem que os meus ouvidos têm se esforçado para compreender o que ouvem.

Bem aventurados os que compreendem que ainda que os meus olhos brilhem, minha mente é lenta.

Bem aventurados os que olham e não vêem a comida que eu deixo cair fora do prato.

Bem aventurados os que com um sorriso nos lábios, me estimulm a tentar mais uma vez.

Bem aventurados os que nunca me lembram que hoje fiz a mesma pergunta duas vezes.

Bem aventurados os que compreendem que me é difícil converter em palavras os meus pensamentos.

Bem aventurados os que escutam, pois também tenho algo a dizer.

Bem aventurados os que sabem o que sente o meu coração embora não o possa expressar.

Bem aventurados os que me amam como sou, tão somente como sou e não como eles gostariam que eu fosse..

Fonte: "INFORMACIONES PARA PADRES DE NIÑOS Y JOVENES CON NECESSIDADES ESPECIALES"SERRANO, J.ª MARRERO, E.; BLAS. G; C; DE SANMERIDA-VENEZUELA, 1989.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Educação Escolar Indígena





"ESCOLAS INDÍGENAS E PROJETOS DE FUTURO"
O CIMI E A EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA


Elizabeth A. Rondon AmaranteEunice Dias de Paula
Publicado na revista "Textos e PreTextos sobre educação indígena", número 1, de abril de 2001.


1. INTRODUÇÃO

Em 1982, Paulo Freire assessorou uma Assembléia do Cimi-MT e, com seu jeito de educador-poeta, afirmou: "As táticas são exatamente os caminhos que se criam, andando, para viabilizar o sonho".
E, em muitos de seus escritos e palestras, ele se refere ao diálogo como à grande tática educativa, capaz de abrir caminhos e concretizar projetos de futuro.
Ao avaliar hoje suas atividades na área de educação, o Cimi explicita um diálogo que vem se desenrolando há quase 30 anos, entre os anseios dos povos indígenas e a assessoria dos missionários.
O Cimi se considera parceiro dos povos indígenas. Assim, sua resposta é aquela da Assembléia Nacional de 1995, quando coloca como seu grande desafio o de "continuar lutando junto aos povos indígenas, a fim de ajudar a ampliar suas perspectivas de futuro (...) apoiando e subsidiando comunidades, povos e Organizações Indígenas no sentido de fortalecê-los sempre mais no exercício de seu protagonismo"
A educação escolar indígena é, sem dúvida, essa tática, esse "caminho a ser criado, andando" em vistas ao protagonismo e à autonomia dos povos indígenas.
Se queremos hoje registrar a memória, o processo e a busca dessa conquista que é a escola indígena, devemos refazer o caminho desde a primeira Assembléia do Cimi, em 1975, em que a Igreja se compromete a uma nova linha missionária.
Na verdade, essa nova trajetória germinou da experiência missionária de Utiariti, o internato indígena da Missão Anchieta, em Mato Grosso. Os jesuítas que atuavam nessa região, desde 1967, já avaliavam "com objetividade o processo de trabalho no setor indígena" constatando que a Missão enveredava por um "processo aculturativo sem preocupação antropológica", uma atuação em que o missionário se tornava "pacificador, pai e patrão" dos povos com os quais convivia no internato-escola de Utiariti. Diversas análises apontaram para uma agressão ao sistema tradicional dos povos indígenas, sobretudo no campo da educação.
Conforme registro dos relatórios e diários da Missão Anchieta, eles se propuseram então a "um sério esforço de mudança de atitudes" e o término do sistema de internato. Em 1969, um desses diários dizia:
"A Missão concentrou até nossos dias os seus maiores esforços em Utiariti. Hoje percebe que tal fase está superada. O retorno à vida tribal está entrando na fase profunda pois toma-se a decisão de transformar Utiariti em ‘posto de transição’ e não mais de fixação".
Pode parecer ter sido esse um fato isolado, localizado geograficamente numa determinada situação, mas, na verdade, tornou-se um acontecimento emblemático na história, pois foi a partir desse grupo e dessa decisão lúcida e corajosa que, aglutinando-se outras experiências e outras reflexões, nasceu o Cimi em 1972.
Vale também ressaltar que a prática educacional que perpassa os diversos níveis e âmbitos de atuação, foi o dínamo de toda a conversão missionária.
Na Assembléia de 1977, o Cimi se propõe a "repensar o problema das escolas, seu estilo e seus métodos". Note-se que nessa época ainda existiam muitas escolas-internato funcionando.
Em 1979, o relatório sublinha: "No processo de autodeterminação os povos indígenas e o Cimi valorizam a educação como essencial (...) entendendo-a como ‘técnica suplementar e não como substitutiva da educação indígena".
Logo em seguida, no ano de 1981, o próprio tema da Assembléia Nacional é a Educação. Afirma-se, então, o "valor substancial da língua indígena" e a importância de se reverem atitudes e procedimentos didáticos.
A partir desse momento, o Cimi intensifica o seu diálogo como parceiro e interlocutor de povos que têm "o direito de reclamar sua vivência", como dizia Xangrê, líder do povo Kaigang. Essa herança a que Marçal Guarani se referia quando disse que: "O ensino aplicado até hoje tem matado o que há de mais sagrado para nós que é a nossa cultura. Se conservarmos o que é sagrado para nós seremos um povo que vai caminhando na libertação".
E "ninguém melhor que os índios para defender o que é deles" diziam as lideranças nas Assembléias de Chefes Indígenas. Nessa atitude, a Assembléia do Cimi de 1983 assinala "sinais de esperança na organização de povos que assumem suas próprias lutas na defesa de seus direitos".
É o início de uma outra "virada" na concepção da educação - aquela que "reconhece a educação como instrumento político de cada povo na sua luta por autodeterminação (...) e que cada povo assuma o próprio processo de educação dentro de sua realidade" (Assembléia de 1985).
Eram os tempos dos Encontros de Educação organizados pela OPAN - então Operação Anchieta - reunindo missionários e leigos numa produtiva troca de experiências e busca de "escolas alternativas" nas aldeias.
Foi também um momento significativo marcado por alguns documentos em que os missionários do Cimi tiveram parte ativa na elaboração: o Documento do II Encontro do Grupo de Estudos sobre Educação Indígena, organizado pela UNI e pelo Cimi, e o texto "Exigências de uma Nova Ordem Educacional Indígena", de 1986.
O caminho estava orientado para uma colaboração mais efetiva visando a "transformação crescente da escola em instrumental político a serviço da organização indígena (...) promovendo um processo de análise crítica e autocrítica em vista de um projeto alternativo". Uma decisão que "exigirá preparação técnica, antropológica, conhecimento e aprofundamento da língua e da cultura" de cada povo (Assembléia de 1987).
Os Encontros e Cursos de Professores Indígenas e o Movimento de Professores começavam a se alastrar em quase todos os Regionais, muito especialmente na Amazônia.
A Constituinte em curso exigia reflexões, debates, formação e informação específica em relação aos direitos indígenas e à questão das escolas. Por isso, as bases pediram ao Secretariado a liberação de uma pessoa para acompanhar a tramitação de toda essa luta no Congresso, no MEC, no Estatuto do Índio e na LDB.
Os relatórios das Assembléias já não falam tanto de educação escolar, mas referem-se mais ampla e globalmente às Organizações Indígenas e às "crescentes exigências de formação política das comunidades, inclusive dos professores, para que todos trabalhem tendo como referência o futuro do povo" (Assembléia de 1989).
"O eixo de todas as colocações e de todos os relatos foi a questão da autonomia indígena no sentido de apoio a suas organizações e na concretização da formação dos índios nos diversos níveis" (Nota do relatório da Assembléia de 1991).
Essa preocupação sobre formação se estende também à produção de "material pedagógico diversificado e adequado às realidades". Foi certamente uma percepção bastante grande das aspirações das comunidades indígenas, segundo a expressão de um professor Kaxinawá: "Dentro do futuro, queremos ter a nossa escola na aldeia, funcionando pelo próprio índio mesmo" (Osair Sião Kaxinawá).
Evidentemente, todo esse caminho andado iria desembocar num programa de ação sempre mais globalizante e aberto a novos horizontes "em vistas à autonomia dos povos indígenas no que diz respeito a seus direitos básicos, em especial na educação" (Assembléia de 1993).
Era também uma resposta a afirmações como essa, da Assembléia Indígena do Acre, em 1991, quando os índios diziam com orgulho: "Damos rumo ao nosso destino!"
Ou em consonância com o texto da Assembléia Tupi em 1982: "Assumimos e continuamos com a resistência de nossos antepassados. Acreditamos na nossa força e união organizada".
Cada vez mais o Cimi se capacita para, em todos os níveis, "assessorar comunidades, lideranças e organizações na sua dimensão integral, tendo sempre em consideração as diferenças étnico-culturais, os mecanismos próprios e a pedagogia de cada povo nos programas formativos e informativos".
"Os povos indígenas, muito mais que herdeiros de um passado, são povos do futuro, pois anunciam com o seu modo de ser, a possibilidade de uma vida plena de significado", diz a Assembléia de 1995.
A Assembléia de 1999 reafirma que "a perspectiva da autonomia dos povos indígenas tem sido o eixo da prática do Cimi. E a autonomia diz respeito ao território, à organização social e política, ao sistema educativo, à língua, à religião e à economia própria de cada povo. A autonomia é também a perspectiva nos processos de escolarização e isso se dá à medida que os próprios povos indígenas ‘ressignificam’ a escola, articulando-a com a educação tradicional".
Essa retrospectiva sobre educação nos textos e contextos das Assembléias Nacionais evidencia toda uma mística missionária impregnando a prática pedagógica.
Grande é a mística, muito limitada foi certamente a prática... Mas, sem sonhos a história não muda e os missionários do Cimi no setor de educação sempre insistiram e continuam insistindo em dialogar com os povos indígenas a respeito desse sonho de uma escola verdadeiramente indígena.


Referências bibliográficas
AZEVEDO, Marta. Movimento dos Professores Indígenas Amazonas, Roraima, Acre. Brasília: Cimi/Setor de documentação. Datilog., 1994.
CIMI. Com as próprias Mãos - Professores Indígenas construindo a autonomia de suas escolas. Brasília: Cimi, 1992.
________. Concepção e a Prática da Educação Escolar Indígena. Brasília: Cimi, 1993.
COMISSÃO PRÓ ÍNDIO. A questão da Educação Indígena. São Paulo: Brasiliense, 1981.
MEC. Diretrizes para a política nacional de educação escolar indígena. Brasília, 1994.
MELIÁ Bartomeu. Educação Indígena e Alfabetização. São Paulo: Loyola, 1979.
OPAN. A Conquista da Escrita. São Paulo: Iluminuras, 1984.
Outras fontes
Arquivos da Missão Anchieta, Cuiabá.
Relatórios das Assembléias Nacionais do Cimi, 1975 a 1999.
Relatório do Encontro "Consulta sobre Educação no Meio Indígena", 1978
Documento "Exigências de uma Nova Ordem Educacional Indígena", 1986
Documento do II Encontro do Grupo de Estudo sobre Educação Indígena, 1986
Relatórios de Assembléias do Cimi – Regional Mato Grosso, vários anos.
Relatórios de Encontros de Professores Indígenas (Mato Grosso; Mato Grosso do Sul; Pará e Amapá; COPIAR – Comissão dos Professores Indígenas do Amazonas, Roraima e Acre), vários anos.
Relatórios da Articulação Nacional de Educação – Cimi, vários anos
Jornal Porantim, Brasília: Cimi, vários anos

sexta-feira, 4 de março de 2011

O LIMITE MORAL DO SER SOCIAL

"Não tenho que ser perfeita e nem você ,tentamos apenas sermos decentes"


A sociedade representa tudo aquilo que vemos nos dias atuais ,alguns preocupados outros sem o menor compromisso , o limite moral do ser social, porque a coletividade absorve e controla o indivíduo através de suas normas e princípios; sobretudo pelos costumes e tradições e toda essa degradação ás vezes nos mostra a maneira clara como muitos foram educados sem valores de preservação .,
na minha cidade temos o "PROJETO GLOBAL RECICLAGEM" de MIRANDÓPOLIS ,COM INCENTIVO DA PREFEITURA E FUNAP.

Tenho bastante orgulho deste projeto ,pois sei que para muitos funcionam,não consigo jogar nada no que seja reciclável no lixo normal ,me sinto extremamente culpada e teto embutir nos meus filhos o mesmo comportamento .

já morei fora ,trabalhando em MAIRIPORÃ ,VIZINHA DE SP , eu tinha verdadeiro pavor de jogar lata de refrigerante e pacote de salgadinhos no lixo ,mas questionando a dona da cantina ,a mesma me informou que é inútil separar o lixo ,porque ali é difícil recolher o lixo ,quanto mais a reciclagem .até mesmo os alunos foram educados assim ,a reciclagem é inútil ,é trabalhoso demais ,é melhor comprar tudo novo .

Entretanto, o homem deve impor seus de limites, não poderá ficar alheio ao progresso histórico-social, apesar de serem distintos, por ser o desenvolvimento produtivo do homem um processo concomitante ao seu progresso humano de ser social, ou seja, à partir de sua práxis social, o homem terá o seu índice de progresso na liberdade relativo a necessidade social. A produção do homem (trabalho) preservará a sua autonomia espiritual, cultural e social, tal como o seu desenvolvimento moral (limites). Contudo, infelizmente, paralelo ao progresso histórico de desenvolvimento moral positivo do homem, existe o progresso moral negativo, no qual a violência, o crime e a degradação sejam por contradições , políticas ou por insatisfações pessoais. Posto isto, é que existe a necessidade permante do homem em assumir a responsabilidade de seus comportamentos.
texto retirado do diário de bordoUNIDADE 4 - EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA



crianças na biblioteca da cidade ,desenvolvendo projeto ecológico

TEXTO RETIRADO DO DIÁRIO DE BORDO

Alunos da Apae Salvador curtem folia no Camarote de Daniela Mercury



Camarote Daniela Mercury 2011

A rainha do axé music Daniela Mercury recebeu no dia (01/02), em seu badalado camarote, crianças de diversas entidades sociais para realização do tradicional baile infantil que marca a abertura do espaço para o carnaval de 2011. Como acontece todos os anos um grupo de alunos da Apae Salvador participou da animada folia que teve como atrações a Banda Gato Multicores e a cantora Carla Perez.

Bastante animados com a festa a criança pulou, dançou. A pequena Júlia Sousa da Silva, que é fã da Carla Perez não sossegou até tirar a foto com a cantora. Já o aluno Vitor Dantas ficou emocionado ao assistir o show de Daniela Mercury.

fonte:APAE SALVADOR